Hoje venho aqui, não com intuito de escrever nada que seja tão interessante, mas algo que têm acontecido com muita frequência. A saudade! Sim, este sentimento chato, que vem não só pra me deixar confusa. E bagunçar tudo que estava em seu devido lugar, aliás que achei estava. Sabe quando você se coloca em hipóteses _ "E se...?" pois é, tenho me sentido assim. Essa vida cheia de coincidências, sonhos, datas e números, enfim, acho tudo muito louco. O pior é quando você acha que se "livrou" de um sentimento, e após anos você percebe que ele estava apenas escondido entre outros amores. Mas amores diferentes, outra forma de amor, como por exemplo, de uma mãe pelos seus filhos. Foi o que aconteceu comigo, esse turbilhão veio de uma vez! A pior parte é quando você percebe que já tarde demais, que esse amor já têm outro rumo, uma outra rotina e um outro amor. O que fazer com o que não tem mais solução? Pois é, isso que me pergunto agora. Por quê isso comigo sentimento tardio? Ou será que sou eu que demorei a tomar coragem para assumir esse sentimento. Bom, questionamentos não irão me ajudar neste momento.
Devaneios
domingo, 12 de maio de 2013
domingo, 11 de março de 2012
O ano se passou, porém os sonhos continuam. Apesar de 2011 ter sido um ano difícil, no qual fiquei debilitada fisicamente por sérios problemas de saúde, sei que esse ano será diferente. Meus objetivos estão mais próximos da minha realidade, aliás nem todos, mas nem por isso me deixarei abater por pequenas ou grandes barreiras.
Afinal, a vida é cheia de obstáculos.
Afinal, a vida é cheia de obstáculos.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança; Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades. Continuamente vemos novidades, Diferentes em tudo da esperança; Do mal ficam as mágoas na lembrança, E do bem, se algum houve, as saudades. O tempo cobre o chão de verde manto, Que já coberto foi de neve fria, E em mim converte em choro o doce canto. E, afora este mudar-se cada dia, Outra mudança faz de mor espanto: Que não se muda já como soía.Luís de Camões
quarta-feira, 8 de junho de 2011
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